Nota pública em apoio à Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso

    No caso específico, as férias já haviam sido agendadas com grande antecedência pela referida magistrada, tanto que seu substituto para o período, teve nome previamente submetido e aprovado pela Corte, antes, portanto, da veiculação dos fatos pelo referido veículo de comunicação.

    O gozo livre do direito às férias regulamentares é direito de todos os magistrados, como de resto de todo trabalhador.

    É princípio básico do estado democrático que não ocorra apenação antes de um julgamento com exercício do direito de defesa e, sobretudo, que a investigação não ultrapasse a pessoa do investigado.

     

    Brasília, 4 de outubro de 2017.

    Roberto Carvalho Veloso

    Presidente da Ajufe

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